segunda-feira, 24 de maio de 2021

POPULACAO VULNERAVEL PELO COVID-19 NO BRASIL

 Pandemia da Covid-19 e um Brasil de desigualdades


Dar voz ao povo é fundamental para a implantação de políticas públicas que se aproximem da necessidade das pessoas. Políticas que atingem os idosos precisam ser feitas com os idosos, ninguém pergunta a voz do idoso, o que ele precisa, o que quer. Esse deveria ser o papel fundamental do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDI) que, no entanto, sofreu intervenção vertical em junho de 2019, deslegitimando-o. O ILC lançou uma carta aberta ao CNDI1 incitando-o a atuar em consideração às evidências científicas e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e, alertando-o que restringir medidas de isolamento apenas às pessoas idosas e mais frágeis deixará esses grupos mais expostos à pandemia. Indica ao Conselho uma comunicação qualificada e de fácil compreensão para todos os idosos,  aponta a necessidade de políticas no sentido de reforçar a atenção primária em saúde, criar estratégias de monitoramento remoto, garantir insumos de sobrevivência, oferecer suporte às Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs),  apoiar os idosos que vivem em situação de rua, de apoiar os idosos que cuidam de idosos, abordagem humanitária e cuidados paliativos. Reconhece que a cultura do cuidado nas políticas de proteção social, pode mitigar o impacto da pandemia, tanto do ponto de vista econômico como social. E conclama o CNDI a ter uma postura de interagir e ouvir a sociedade civil de forma aberta e transparente.

 

O envelhecimento populacional no Brasil é fato, mas ainda não nos coloca em uma situação demográfica próxima à da maioria dos países que já enfrentaram a pandemia. No entanto, é provável que o impacto da pandemia da Covid-19 no nosso país não seja o mesmo que na Itália e em outros países da Europa, em função de da mais alta prevalência de comorbidades. Especula-se ainda que as nossas condições climáticas distintas poderiam ter um efeito na interação do vírus com a população brasileira, mas por enquanto, não há evidências nesse sentido, o que exigirá esforços intensivos para o monitoramento epidemiológico do que está por vir.  O certo é que as condições como vivem um contingente grande de brasileiros os coloca em situação de vulnerabilidade absoluta. Basta lembrar que 50% de nossas moradias não tem acesso a serviços de esgoto sanitário, 33 milhões de brasileiros vivem sem abastecimento de água confiável, em vários estados do norte e nas favelas Brasil afora até mais de 20% das moradias 3 ou mais pessoas vivem em um único cômodo.  Ainda estamos longe do pico do contágio e a evidência até agora disponível indica que a demanda por serviços intensivos para os pacientes mais graves é semelhante ao apresentado nos países mais afetados pela epidemia no sul da Europa. Com eles compartilhamos uma cultura de convívio familiar mais próximo que, generalizando, as culturas orientais. Portanto, é imprescindível nos prepararmos para o impacto no sistema de saúde.  Achatar a curva epidêmica é a decisão adotada na maior parte do mundo no sentido de reduzir a velocidade da transmissão e surgimento de casos novos e óbitos. 


A UNATI/UERJ, alerta para o impacto sócio-econômico e seus efeitos nos idosos, no sentido da recessão e redução da renda. Esse desafio está sendo também enfrentado por outros países. No entanto, no Brasil, a desigualdade social extrema e a prevalência de pobreza e miséria impõem um sentido de urgência ainda maior. Seremos o primeiro país em desenvolvimento a enfrentar frontalmente tal desafio – a China não nos serve muito de exemplo dado às peculiaridades socio-político-culturais e por dispor de muito mais recursos financeiros e um governo que toma decisões sem as amarras de discussões abertas e amplas. Para nós, a implementação emergencial de políticas de proteção social é imperativa, o que vai requerer do governo ações imediatas para minimizar os efeitos econômicos e sociais priorizando o direito à vida acima da hegemonia dos interesses econômicos.

Questões como violência doméstica, abusos de toda ordem e o stress de cuidadores são todas meritórias de especial atenção. Nunca esquecer que o “lar” pode ser tão ou mais perigoso que qualquer outro lugar.  Mas, quem é esse idoso que ficará mais protegido por estar em casa, possivelmente com um bom suporte familiar, financeiro e material? Obviamente há inúmeros idosos, considerando nossas desigualdades, que não conseguirão seguir as recomendações simplesmente porque não podem, não por não quererem. A exclusão, agravada pelos preconceitos que historicamente os afetam, como idadismo, racismo, homofobia, misoginia, impedem que tenham uma existência plena e a garantia de direitos.  Falamos aqui dos idosos em situação de rua ou que vivem em casas em que muitas pessoas vivem em pequenos espaços impossibilitando o distanciamento social. A maioria deles necessita de cuidados específicos e centros de apoio e de cuidado.

Falemos também dos idosos negros que, em muitos municípios do país, constituem a maior parte da população idosa, eles que já terão sido discriminados e excluídos ao longo da vida. Ou dos idosos que estão nas periferias das grandes cidades ou em pequenas cidades, na população idosa rural desassistida que, muitas vezes, não têm sequer água para lavar as mãos e perspectiva alguma de cuidados.




 Falemos dos idosos que vivem do trabalho informal, que vivem da reciclagem e agora, com a redução do consumo estão ainda mais vulneráveis. De porteiros – muitos deles, idosos – que não podem deixar as portarias vazias porque é necessário receber as entregas para que as pessoas não saiam de casa e do imenso contingente de trabalhadores do setor informal sem reservas e sem trabalho. Das domésticas que ainda precisam manter em ordem as residências dos seus patrões, cozinheiras idosas que preparam as refeições para muitos profissionais e famílias. Chega a ser dito que muitas já fazem parte da família. Mas mesmo quando existem fortes relações de afeto, elas também estão preocupadas com suas famílias em um momento tão crítico. Há patrões que, solidariamente, as dispensaram para ficar em casa, mantendo seus pagamentos, mas há muitos outros que não se preocuparam com isso, sobretudo quanto às “diaristas”.

 Falemos das mulheres idosas, sempre cuidando, nem sempre cuidadas. Das avós que, apesar de suas idades e mazelas, são indispensáveis para o cuidado dos netos. Falemos dos idosos que vivem sós, com maior frequência, mulheres, que são única fonte de renda, dependem de cuidados ou provem cuidados.

Falemos ainda dos idosos que vivem em ILPIs, em torno de 1% da população idosa no Brasil, grande parte em situações alarmantes. A maioria pertence à rede filantrópica, equipamentos da assistência social que, em sua maioria, não possuem estrutura física e profissionais de saúde para enfrentar a pandemia da Covid-19. Como garantir proteção desses idosos e cuidadores através das normas de isolamento publicadas pela ANVISA5 em instituições já tão carentes onde a maioria dos residentes é tão vulnerável.








Referencias.

ABRASCO, pandemia dacovid-19 https://www.abrasco.org.br/site/gtenvelhecimentoesaudecoletiva/2020/03/31/pandemia-do-covid-19-e-um-brasil-de-desigualdades-populacoes-vulneraveis-e-o-risco-de-um-genocidio-relacionado-a-idade/ 

CNN Brasil, Fiocruz-saude https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/04/28/fiocruz-explica-como-a-pandemia-atinge-grupos-mais-vulneraveis-no-brasil


POST REALIZADO POR:
NAZARENA BELÉN MARTINEZ MOLINA
MARTIN DANIEL BERMUDEZ

terça-feira, 18 de maio de 2021

Recomedações de saúde mental na pandemia

SAÚDE MENTAL NA PANDEMIA 

À medida que os países implementam medidas para restringir os movimentos para reduzir o número de infecções pelo vírus COVID-19, cada vez mais estamos mudando radicalmente nossa rotina diária. Uma nova realidade de teletrabalho, trabalho autônomo, educação em casa e falta de contato físico com a família, amigos e colegas tem tempo para se acostumar. 

Adapte-se a essas mudanças ou estilo de vida e saiba como contrair COVID-19 e se preocupar com as pessoas que estão perto de você, mas que são difíceis para pessoas com transtornos mentais. 

Felizmente, há muitas coisas que podemos fazer para cuidar de nossa saúde mental e ajudar outras pessoas que podem precisar de mais apoio e atenção. 

Siga uma rotina

  • Siga suas rotinas diárias quanto for possível ou estabeleça novas rotinas. 
  • É tentador dormir todos os dias à mesma hora. 
  • Não esqueça da sua higiene pessoal. 

  • Faça refeições saudáveis ​​em horários específicos. 
  • Faça exercícios regularmente.
  • Defina horas de trabalho e descanso. 
  • Arranje tempo para fazer as coisas que você gosta. 


Reduza à exposição mais novidades

Tente limitar a frequência com que você assiste, lê ou ouve notícias que podem preocupá-lo ou estressá-lo. 

Ou contato social e importante

Esteja ciente das restrições para manter contato regular com as pessoas por telefone ou internet.

Não  discrimine 

Ou tenho uma reação normal em situações de incerteza. Na maioria das vezes, esse meio é expresso de uma forma que transforma outras pessoas. Não discrimine pessoas que você conhece que possam estar infectadas com o coronavírus.

Para lembrar ... 
Por favor, não discrimine as pessoas devido à disseminação do COVID-19. 

Se você é Mãe ou Pai 

Nossos momentos de estresse são normais, pois como crianças e adolescentes requerem mais atenção 

Ou o que você pode fazer?
  • Mantenha os quanta das rotinas familiares sempre que possível, especialmente se você tiver que ficar em casa. 

  • Tenha uma conversa sincera sobre o seu coronavírus. 

  • Ajude como aprendiz em casa com espaços onde possam brincar e se divertir.

  • Procure maneiras positivas de eles expressarem seus sentimentos, sejam eles tristes ou tristes, isso é muito importante.

  • Tente que seus filhos e filhas não evadidos muito tempo nos videojogos. 



Você não se importava com dois de seus entes queridos, então entrei em contato com eles e sabia o que você seria capaz de vincular se sua saúde mental piorasse. 

Se você está sendo tratado para um transtorno devido ao uso de álcool ou drogas, sabe que uma infecção por COVID19 pode promover sentimentos de medo, ansiedade e isolamento, o que por sua vez pode aumentar o risco de recaída, abuso de substâncias, abandono ou não tratamento. Não pare de tomar o medicamento prescrito. 

FONTE:
Ornell, FELIPE, Schuch, JB, Sordi, AO e Kessler, FH (2020). Pandemia de Medo e Covid-19: impacto na saúde mental e possíveis estratégias. Debates in psychiatry magazine , 2-7.

Organización Mundial de la Salud: https://www.who.int/es/campaigns/connecting-the-world-to-combat-coronavirus/healthyathome/healthyathome---mental-health?

Autores:

- Angel Romero
- Nataly Rubio 
- Maira Blanco

segunda-feira, 17 de maio de 2021

A FABRICAÇÃO E PROTOCOLO DE USO DAS MÁSCARAS CASEIRAS

    A FABRICAÇÃO E PROTOCOLO DE USO DAS  MÁSCARAS CASEIRAS

Fonte: https://www.spdm.org.br/saude/coronavirus/item/3353-mascaras-caseiras-podem-ajudar-na-prevencao-contra-o-coronavirus

Máscaras de tecido, máscaras não médicas, máscaras caseiras ou máscaras de pano, são as diferentes denominações das máscaras reutilizáveis feitas em casa para saber mais sobre os tipos de máscaras ver post ¨Tipos de máscaras, sua eficácia e quando usá-las¨. Neste documento falaremos sobre a fabricação e protocolos de uso das máscaras caseiras.

Elas são uma alternativa destinada à população geral como medida de prevenção para evitar a escassez das máscaras cirúrgicas e os respiradores, que são destinados sobretudo aos profissionais de saúde, pessoas apresentando sintomas do coronavírus ou quem trabalha nos ambientes com altos riscos de contágio. As máscaras caseiras podem desempenhar um papel importante na proteção da comunidade pois elas impedem que seu usuário disperse suas secreções respiratórias ao momento de falar, espirrar ou tossir.

Para a fabricação das máscaras de tecidos, é importante levar em conta os tipos de materiais para ser eficiente favorecendo a filtração das partículas e a respirabilidade, que é a capacidade de respirar através do tecido . Essas máscaras podem ser produzidas a partir de uma variedade de tecidos, dentro dos quais os mais recomendados são aqueles contendo uma combinação de algodão e tecidos não tecidos (TNT). Deve-se evitar os materiais que possam irritar a pele ou causar algum tipo de alergia. 

De acordo com a OMS, elas devem ter três camadas para uma melhor combinação dos materiais,  cujo uma camada interna é feita a partir de um material com afinidade com água, podendo ser algodão ou com mistura de algodão. Uma camada intermédia que não absorve e não retém água, feita de material sintético não tecido podendo ser polipropileno ou algodão, com a finalidade de melhorar a filtração e reter as gotículas. Por fim, uma camada externa, exposta ao meio ambiente feita de material que não absorve e não retém água, podendo ser  polipropileno, poliéster ou derivados, diminuindo a infiltração das contaminações externas no nariz e na boca.

Não existe uma forma predeterminada para a confecção das máscaras caseiras, o importante é que ela seja confortável, bem ajustada ao rosto, que cubra completamente a boca e o nariz, sem deixar espaços nas laterais para a penetração de partículas. As máscaras de tecidos devem ser lavadas antes do primeiro uso. 

https://www.braziliantimes.com/comunidade-brasileira/2020/04/22/comercios-de-revere-podem-barrar-clientes-que-nao-estiverem-com-mascara-saiba-como-fazer-a-sua.html

https://www.braziliantimes.com/comunidade-brasileira/2020/04/22/comercios-de-revere-podem-barrar-clientes-que-nao-estiverem-com-mascara-saiba-como-fazer-a-sua.html

Protocolo de uso

  • Em primeiro lugar, as máscaras são de uso individual e não devem ser compartilhadas. 

  • É essencial a higienização das mãos antes e depois da utilização. 

  • Ela deve permanecer seca e limpa, no caso contrário ou depois de um período de três (3) horas é necessário trocá-la. 

  • É recomendado que cada pessoa tenha várias máscaras, para facilitar a lavagem e deixar secar, assim também possibilitar as trocas depois de um tempo de uso. 

  • Se possível, evitar a aplicação de batom ou outra maquiagem ou base durante a utilização da máscara. 

  • Ao momento de comer e/ou beber, as máscaras devem ser removidas adoptando as recomendações de colocação e retirada, a saber higienize as mãos, use os laços para tocar a máscara, guarde-a em um recipiente limpo. 

  • Evite colocar as máscaras no pescoço, no braço ou mesmo no bolso quando não estiver usando, isso pode favorecer a contaminação.

A utilização de máscaras não substitui as medidas de distanciamento e de higienização. Combinando essas medidas, diminuiremos a propagação do coronavírus.  



Referências

SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ. Máscaras de tecido de confecção caseira para a população em geral. Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-11/NO_22_MASCARAS_DE_TECIDO_PARA_POPULACAO_V3.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2021.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, ESCRITÓRIO REGIONAL PARA A ÁFRICA. Orientações sobre o uso de máscaras em tecido. Disponível em:https://www.afro.who.int/sites/default/files/2020-05/Orienta%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20o%20uso%20de%20m%C3%A1scaras%20em%20tecido-pt.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2021.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. O uso de máscaras faciais em tempo de COVID-19 por crianças e adolescentes: Uma proposta inicial. Disponível em:https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22543c-NA_-_O_uso_mascaras_faciais_em_COVID19_por_crc_e_adl.pdf Acesso em: 15 de maio de 2021

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Recomendações sobre o uso de máscaras no contexto da COVID-19, 5 de junho de 2020. Orientações provisórias. disponivel em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/332293/WHO-2019-nCov-IPC_Masks-2020.4-por.pdf . Acesso em: 15 de maio de 2021.

CRISTIANE Fernandes Gorgulho. Máscaras, Respiradores e variações: um panorama dos pedidos de patentes (PI e MU) e dos registros de desenho industrial (DI) no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/inpi/pt-br/servicos/patentes/tecnologias-para-covid-19/Arquivos%20Textos/Estudo7Mascaras_ObservCOVID19.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2021.



ESCRITO POR: BLANCA EUNISIA ZARATE RODRIGUEZ 
                           JERRY CANTAVE

terça-feira, 11 de maio de 2021

Prepare-se para o isolamento

PREPARE SUA FAMÍLIA PARA O ISOLAMENTO

É melhor ter tudo pronto antes que alguém em sua casa fique doente. Aqui estão algumas maneiras de estocar e se sentir preparado:


Comida e água: Escolha alimentos que não tenham de ser guardados na geladeira e que se conservem bem à temperatura ambiente. Além disso é de grande importância levar um estilo de vida saudável ótimo durante a pandemia.


Suprimentos de higiene pessoal: A higiene pessoal é fundamental para o cuidado do corpo, porém é importante não esquecer elementos fundamentais como: papel higiênico, lenços de papel, xampu, pasta de dente e sabonete.


Medicação natural: Abasteça-se de plantas naturais que ajudem reduzir a febre. Na tabela a seguir apresentamos algumas das plantas que podem ser utilizadas para o melhoramento de alguns de seus sintomas.

Fonte: Revista Homem, Espaço e Tempo

Produtos de limpeza: Se houver uma pessoa doente na casa, é importante limpar coisas que são tocadas com frequência (como maçanetas e puxadores, telefones celulares e similares).


Máscaras: As máscaras são importantes ao sair de casa. Mas eles também podem ajudar a conter a disseminação de COVID-19 em ambientes fechados. Em ambientes internos, todas as pessoas doentes com mais de 2 anos de idade devem usar uma máscara ao interagir com outras pessoas para evitar a propagação do vírus.

Um termômetro: É de grande importância ter um termômetro em casa, pois a medição da temperatura está sendo uma das variáveis ​​mais importantes atualmente devido à pandemia do coronavírus, após o uso, não devemos esquecer de desinfetá-lo.

Como desinfetar corretamente um termômetro?


O procedimento para limpar e desinfetar o termômetro digital é muito simples e requer apenas alguns cuidados.


Antes de aplicar o termômetro, você deve lavar a ponta do termômetro com sabão neutro e água morna. Não molhe os componentes eletrônicos para evitar de danificá-los. Feito isso, remova qualquer excesso de umidade com a ajuda de uma toalha de papel.


A desinfecção do termômetro deve ser feita após a limpeza, com álcool antisséptico no sentido de degradar ou inibir a proliferação de micro-organismos presentes na superfície.


Depois disso, aguardar que evapore e guarde em local limpo. Limpe a ponta do termômetro com álcool antisséptico antes e depois de usá-lo para garantir que o aparelho esteja sempre limpo.


FONTES: 


Amélia, Maria, et al. “LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO DAS PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS PELA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE GURINHÉM – PARAÍBA”. Revista Homem, Espaço e Tempo, vol. 3, no 2, 2009. rhet.uvanet.br, //rhet.uvanet.br/index.php/rhet/article/view/72


Como limpar termômetro analógico | COMO LIMPAR. https://www.comolimpar.net/termometro-analogico. 


AUTORES:

-Nataly Rubio 

-Maira Blanco

- Angel Romero

segunda-feira, 10 de maio de 2021

USO DE MÁSCARA EM CRIANÇAS


 USO DE MÁSCARA EM CRIANÇAS

Fonte: https://www.freepik.com/


    
    No contexto atual de Coronavírus, várias medidas podem ser tomadas para evitar a propagação do vírus. Entre essas últimas, encontramos uma das mais importantes, o isolamento social. No entanto, nem é possível ficar sempre em casa, pois é necessário realizar algumas atividades que requerem a saída do domicílio. Neste sentido, o uso de máscara é uma medida essencial para diminuir a probabilidade de contágio. Em este post veremos algumas orientações sobre o uso da máscara de proteção que os pais podem adotar quando é questão de uso em um público infantil, para faixas etárias  e com características determinadas, pois é da responsabilidade dois pais garantir o bem-estar das criancas quando elas não são dotados desta capacidade.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Academia Americana de Pediatria (AAP) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), as crianças menores de 2 anos não devem fazer uso de máscaras, em razão de que as vias aéreas são de menor calibre, o que pode provocar asfixia e sufocamento, además a máscara fica úmida com saliva, coriza e/ou refluxos mais facilmente. Se por alguma razão, uma criança desta faixa etária deve sair fora de sua casa, podem adoptar medidas apropriadas tal como transporte no carrinho coberto por um pedaço de pano ou outro material limpo, uso de protetor facial.



A partir de 3 anos, se for necessário, as crianças podem utilizar máscara, sob a supervisão de um adulto para sair de casa ou se está perto de alguém enfermo.  Para ensinar as crianças a usar a máscara, é recomendado utilizar técnicas lúdicas, utilizando objetos tais como brinquedos, bonecos ou ainda ilustração de crianças utilizando suas máscaras para poder incentivá-los.

Para crianças de 6 a 11 anos, a OMS e a UNICEF consideram alguns fatores que podem levar-as a fazer o uso de uma máscara. Tal é o caso se a criança está exposta a uma transmissão generalizada no seu entorno, sua habilidade para utilizar a máscara adequadamente. É notado que a presença de um adulto é indispensável.

A partir de 12 anos, a OMS determina que a criança (adolescente) pode utilizar a máscara adoptando os mesmos princípios estabelecidos para os adultos.

Aquelas crianças que apresentam algumas deficiências cognitivas ou respiratórias ou também que têm problema para suportar as máscaras, em nenhum caso não devem ser exigidas a fazer o uso deste objeto. Se for necessário eles podem fazer o uso de protector facial. Em caso de deficiencia auditiva, para evitar as limitações da aprendizagem, alem dos protectores faciais, pode ser usado máscaras transparentes visto que os sinais da fala tais como, leitura labial e/ou expressões faciais de quem está falando são muito importantes para a aprendizagem em este caso.

https://www.usudtastic.com/


https://nuevoperiodico.com/coronavirus-mascaras-transparentes-para-ayudar-a-las-personas-sordas-y-con-problemas-de-audicion/

Durante este período de pandemia. O ideal para as crianças seria ficar em casa e evitar lugares públicos onde transitam muitas pessoas, tais como mercados, hospitais, farmácias ou outros. Se for necessário e que tenham uma idade superior ou igual a 3 anos, é essencial usar máscaras podendo ser, de pano adaptadas ao rosto da criança ou máscaras médicas depois de avaliaçoes medicas, e adoptando sempre as medidas higiênicas necessárias como a lavagem das mãos, a troca das máscaras depois de um certo tempo de uso e se possível, independentemente de suas idades, acompanhados de adultos responsáveis sempre que estão de máscara.

Juntos, protegemos as crianças!





REFERÊNCIAS

PORTAL FIOCRUZ. Covid-19: Especialista do IFF/Fiocruz orienta sobre o uso das máscaras em crianças. Disponível em:

https://portal.fiocruz.br/noticia/covid-19-especialista-do-iff/fiocruz-orienta-sobre-o-uso-de-mascaras-em-criancas Acesso em: 24 de Abril 2021


ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE, ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Orientação sobre o uso de máscaras por crianças na comunidade no contexto da covid-19. Disponível em:

https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/52704/OPASWBRACOVID-1920111_por.pdf?sequence=5&isAllowed=y. Acesso em: 24 de Abril 2021


ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Preguntas y respuestas sobre los niños y las mascarillas en el contexto de la COVID-19. Disponível em:

https://www.who.int/es/news-room/q-a-detail/q-a-children-and-masks-related-to-covid-19 . Acesso em: 24 de Abril 2021


SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. O uso de máscaras faciais em tempo de COVID-19 por crianças e adolescentes: Uma proposta inicial.  Disponível em:

https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22543c-NA_-_O_uso_mascaras_faciais_em_COVID19_por_crc_e_adl.pdf. Acesso em: 24 de Abril 2021


Vilma Costa de Macêdo,  Ana Paula Esmeraldo Lima, Gabriela Cunha Schechtman Sette, Maria Ilk Nunes de Albuquerque, Maria Auxiliadora Soares Padilha, Weslla Karla Albuquerque Silva de Paula. Uso de máscara facial, orientações para pais e cuidadores de crianças. Disponível em:

https://www.ufpe.br/documents/39790/2759063/USO+DE+M%C3%81SCARA+FACIAL/8e52cf83-93c8-43bc-8b5c-e7dbd90b8510 Acesso em: 24 de Abril 2021



ESCRITO POR: BLANCA EUNISIA ZARATE RODRIGUEZ

        JERRY CANTAVE

 

《 POPULAÇÃO VULNERAVÉL 》


Uma importante frente de atuação da Fiocruz na pandemia por Covid-19 vem sendo seu trabalho envolvendo as populações vulneráveis, como os moradores de favelas e as populações indígenas.

Uma delas é a campanha 'Se liga no corona', de comunicação comunitária em favelas; outra foi a chamada pública que vai financiar ações locais de enfrentamento da pandemia comandadas por organizações e coletivos das favelas; e uma terceira iniciativa é o selo 'Fiocruz tá junto', direcionado à validação dos conteúdos de materiais de comunicação produzidos por esses grupos.
 
Também notícias sobre os relatórios do grupo de trabalho formado por pesquisadores da Fiocruz e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que estuda o impacto da Covid-19 sobre os povos indígenas e sugere estratégias de redução desse impacto.
 

POPULAÇÃO INDIGENA, NUTRIÇÃO E PANDEMIA.


No Brasil, os povos indígenas apresentam uma realidade complexa caracterizada por uma marcada vulnerabilidade que se manifesta em indicadores de saúde e nutricionais. Neste cenário, pobre prevalecem as condições sanitárias, com alta carga de doenças crônicas não transmissíveis; doenças infecciosas / parasitárias; e distúrbios nutricionais, incluindo desnutrição e anemia.




Essa situação se reflete em inúmeros aspectos da insegurança alimentar, colocando essa população em uma posição de particular vulnerabilidade para a pandemia da doença corona vírus 2019 e seus efeitos. O objetivo do estudo foi apresentar um conjunto de reflexões preliminares sobre alimentos. insegurança e protagonismo indígena em tempos de Covid-19. A pandemia se aprofundou as desigualdades que afetam os povos indígenas, com impacto direto na segurança alimentar condições. Em meio aos efeitos da pandemia, o protagonismo indígena desempenhou um papel fundamental na garantia dos direitos desses povos e no acesso à alimentação, denunciando o respostas oficiais ausentes e lentas como atos de violência institucional, que terão graves e efeitos duradouros na vida dos povos indígenas.
 
Ao longo dos últimos meses de propagação da pandemia, manifestações e debates têm aumentado tanto na imprensa tradicional como nas redes sociais, evidenciando o intenso protagonismo dos povos indígenas nas mais diversas questões relacionadas com Covid-19, com o agravamento da insegurança alimentar sendo uma questão central. Nesse contexto, lideranças e organizações indígenas têm trabalhado na elaboração de um conjunto de documentos e manifestos que tenham repercussões sociais e políticas importantes e que venham a contribuir para a redução da assimetria nos diálogos entre indígenas e não indígenas.

Muitas vezes, essas manifestações trouxeram à luz conceitos como racismo estrutural e risco de genocídio, que cada vez mais lideram os debates contemporâneos sobre a relação entre etnias, povos indígenas e saúde no Brasil.
 
Uma das primeiras medidas implementadas para conter a pandemia visava o distanciamento social. Para as populações de aldeias indígenas, a redução da mobilidade entre aldeias e cidades tem como consequência adicional afetar a dinâmica essencial de acesso aos alimentos, que já é bastante vulnerável. Assim, embora o distanciamento social seja uma medida fundamental no combate à pandemia, no caso das populações indígenas ele não pode ser dissociado dos efeitos negativos sobre a produção, aquisição e consumo de alimentos.

Os povos indígenas do Brasil são muito mais vulneráveis ​​à Covid-19 em comparação com a população brasileira restante, e essa vulnerabilidade foi determinada social e historicamente. A trajetória da pandemia entre os povos indígenas reafirmou, se não aprofundou, as desigualdades por eles enfrentadas, com impactos diretos nas condições de segurança alimentar. No entanto, as ações necessárias e urgentes para enfrentar esta situação têm sido lideradas por movimentos e coletivos indígenas que denunciam a ausência e lentidão da resposta oficial como atos de violência institucional, que terão efeitos graves e duradouros na vida desses povos.

 
REFERENCIAS
Bibliotecahttps://portal.fiocruz.br/sites/portal.fiocruz.br/files/documentos/boletim_bibliocovid_abril_2021.pdf

Fonte Fiocruz https://portal.fiocruz.br/noticia/populacao-indigena-e-tema-da-edicao-de-abril-do-boletim-bibliocovid

Leite MS, Ferreira AA, Bresan D, Araujo JR, Tavares IN, Santos RV. Indigenous protagonism in the context of food insecurity in times of Covid-19. Rev Nutr. 2020;33:e200171. https://doi.org/10.1590/1678-9865202033e200171




POST REALIZADO POR
NAZARENA BELÉN MARTINEZ MOLINA
MARTIN DANIEL BERMUDEZ

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Vacinas contra COVID-19 no Brasil

 

 Para começar, neste post vamos descrever sobre o contexto atual da pandemia e a disponibilidade das vacinas contra COVID - 19 no Brasil

                                                        

Estamos num país como o Brasil onde visibiliza a desigualdade social, com aumento do empobrecimento, exclusão, mortes, violações dos (as) brasileiros (as). Inclusive é visível a falta de empatia por parte dos governantes, frente a esta situação preocupante é totalmente indignante, onde a revista Radis ressalta que o governante mandou a redução de recurso que resulta em cortes de 50% dos leitos de UTIs.


Neste momento do segundo ano, aqui no Brasil já são mais de 245 mil mortos pela COVID -19, com a região Norte, vivendo uma tragédia humanitária, sem leitos, sem oxigênio, sem insumos básicos, ausência de vagas nos UTIs e muitos mortos, Se sabe que o mundo estão atravessando o segundo ano da pandemia, Brasil início suas investigações nas diferentes instituições nas quais contribuíram e contribuem no desenvolvimento e melhoramento da CoronaVac, e de ser um dos países em américa latina por implementar e adquirir os primeiros lotes de vacinas, se há visto afetado pelas decisões e falta de coordenação das pessoas do poder, a redução de recursos e o excesso de trabalho do frente ao COVID-19 isso se torna negligente no momento da negociação e  aquisição de doses e insumos das vacinas, e se tem que reforçar os cuidados por parte da população brasileira, se sabe que se tem muitas pessoas que estão lutando nesse mesmo momento contra o vírus e por pessoas inconscientes se percebe o aumento dos casos cada dia e mais com o conhecimento da circulação da variante brasileira que tem o poder de transmitir o vírus rapidamente.

O importante é entender que não é uma simples gripezinha e sim uma doença nova e quase desconhecida que afeto ao mundo, demostrando assim a necessidade de políticas sanitárias,  a desinformação e geração de confusão à população produzida pelas principais lideranças do pais  podem afetar na aquisição de vacinas ou tratamento para essa doença e qual importante é o avanço cientifico no pais para que se podam desenvolver as vacinas no pais, temos a sorte de ter instituições como o Instituto Butantan e a FIOCRUZ que velam pela investigação e pôr a eficácia e segurança da vacina e ao mesmo tempo poder brindar a toda a população as doses requeridas, como também ao público global.





Vacinas disponíveis no Brasil


O Brasil conta atualmente com duas vacinas como CORONAVAC da Sinovac (China) produzida pelo Instituto Butantan em São Paulo; e a de OXFORD/ASTRAZENACA que está prevista a ser fabricada pela Fiocruz, essas duas vacinas foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial e já começaram a ser distribuídas à população a partir dos grupos considerados prioritários, pero se vem em dificuldades já que se precisa ao menos do 70 % da população vacinada, para isso se precisa de um esforço logístico, administrativo e sanitário sabendo que o Brasil tem um plano nacional de imunização desde muito tempo atras com uma eficácia grande nas campanhas de vacinação e esta não deveria ser a exceção, Já são 20.956.770 doses aplicadas, sendo 16.377.083 pessoas vacinadas com a primeira dose e 4.579.687 pessoas vacinadas com a segunda dose, os Grupos Prioritários já convocados para a vacinação com distribuição de doses de vacinas para as seguintes populações: Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (100%); Pessoas com Deficiência Institucionalizadas (100%); Povos Indígenas (100%); Trabalhadores da Saúde (97%); Pessoas de 70 anos ou mais (100%); Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas (100%); Pessoas de 65 a 69 anos (média de 40%, sendo para o Amazonas e Acre 100%); Pessoas de 60 a 64 anos dos Estados do Amazonas (100%) e Acre (1,5%); e Portadores de Comorbidades do Estado do Amazonas (32%).

A população-alvo da Campanha Nacional de vacinação contra a covid-19, mencionada, foi priorizada segundo os critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. O escalonamento desses grupos populacionais para vacinação ocorre conforme a disponibilidade das doses de vacina. O número indicado corresponde ao número de pessoas possíveis de serem vacinadas de acordo com o número de doses já distribuídas para as Unidades Federadas (até a Etapa 10 de distribuição de doses).


Porque tomar a vacina?

 

Não tem nenhuma outra solução para as viroses agudas que não seja a vacina, isto devido a que as doenças agudas não se tratam com remédios, elas geralmente são tratadas preventivamente com vacinas, exemplo de isso é o sarampo, difteria, febre amarela, e em especial as viroses respiratórias como o COVID-19, para as doenças virais agudas e mais as que são por transmissão respiratória a única solução são as vacinas. 

"Aquele que não vacina não compreende o risco que ele está pondo para a coletividade.”

                           -  Carolina Barbieri, pediatra 

Vacinação para toda a população brasileira








Autoras: Karen Galán e Zavel Ambrosio


Fontes:

Revista Radis



COVID- 19 Y VACUNAS PARA ANIMALES

 Los animales domesticos se han visto involucrados tambien en cuestion a la pandemia y al virus ultimamente, estos también son propensos a a...